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Quinta Calcaterra - Agroturismo em Mêda:

A Natureza na sua plenitude.
Dizem os médicos que sem exercício físico não há dieta que resulte e decerto que o melhor ginásio é a própria Natureza!
Com os seus caminhos bordejados de fragas, arvoredo e arbustos, com o fundo musical sempre renovado dos cantos dos pássaros em liberdade, a Quinta de Calcaterra é um bom pedaço do Paraíso Terreal. É que por aqui não há, nem se consentem, caçadores nem outras espécies predadores. E, quantas vezes, aos amigos que nos visitam, os olhares se cruzam com os de algum coelho curioso, que abandonou a sua toca por uns instantes, para procurar alimento para si e para os seus! Se ouvirem um cumprimento lá do orelhudinho, não se espantem, que a simpatia cá pela quinta é contagiante…


A Ribeira de Doneguinhas, que nasce nas cercanias do castelo de Marialva, ao passar por aqui chamou-se, por muito tempo, Ribeira de Nadavau, tendo até emprestado o seu nome à quinta.
Com uma légua de extensão entre nós, a ribeira tem uma correnteza de água conforme as estações do ano, de acordo com o muito ou o pouco chover. Límpidas águas que amostram ao passeante algum peixe cujo nome não deixará de inquirir quando, mais tarde, se sentar numa das esplanadas para merendar. E nada melhor do que falar de peixes de água de doce enquanto come umas talhadas de bom presunto e pão de trigo regional, acompanhando com azeitonas e um bom vinho do Douro! Não esquecer que ainda estamos na Região Demarcada do Douro, a mais antiga Região Demarcada do Mundo!

Ao hóspede mais observador, fácil será aprender a pista dos coelhos, das lebres, mesmo distinguirá o canto da passarada, apontando-a pelos nomes: perdizes, tordos, rouxinóis, tantos outros. E, lá para a noite, o piar das corujas e o esvoaçar de algum mocho poderá ser uma curiosidade que lhe ficará na memória.

Os de imaginação mais fértil encontrarão nos conjuntos graníticos formas impensadas, a que chamarão suas, e que o fará voltar sempre. E no perímetro da Quinta de Calcaterra andarão maravilhosos quilómetros ao encontro da Natureza, num exercício que não se compadece em ser comparado com nenhuma passadeira eléctrica de ginásio!
A sensibilidade artística de cada qual é excitada pela beleza de cada recanto, desde os contorcidos corpos das seculares oliveiras ao trajecto caprichoso que entender fazer por ali. A Légua de Calcaterra, por exemplo, como desafio à forma física para qualquer idade.
Porém, se o amigo optar por piqueniques, encontrará por toda a quinta aprazíveis sítios para os fazer. Assim tenha disposição e merenda!

E, depois, com o suporte da cómoda estadia na Quinta de Calcaterra, o amigo, muito mais amigo do que hóspede, encontrará um universo histórico e mágico à sua disposição, sem fazer demasiados quilómetros: as célebres gravuras de Foz Côa, castelos, termas, lendas, estações arqueológicas, pelourinhos, feiram, gastronomia, artesanato, etc.
Bem, naquele tempo e neste espaço, a Quinta de Calcaterra chamava-se Quinta de Nadavau, porém, o espaço, na sua amplitude, nas suas potencialidades, pela fauna e pela flora, uma casa com todos os requisitos modernos, levou os proprietários a abrir uma das gavetas da memória. E de lá saiu o topónimo Calcaterra, que tão agradavelmente marcara, ao longo de mais de dois séculos, uma antiga propriedade da família Moutinho. Nada melhor do que reviver a herança cultural do saber fazer valer as tradições em novos tempos.

E assim nasceu a Quinta de Calcaterra!

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